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#30 – Sobre: “sem julgamentos, sem expectativas e sem apego”.

Recentemente ouvi essa frase do Felipe Marx: “sem julgamentos, sem expectativas e sem apego”, isso me fez repensar ainda mais sobre minhas atitudes e pensamentos. É meio que automático julgarmos, criarmos expectativas, de nos apegarmos, mas por outro lado, faz total sentindo ter a mentalidade (mindset) de que: ao julgar somente pelos nossos olhos, com a ausência da imparcialidade, talvez você esteja sendo injusta com alguém, ao ficarmos ligados apenas na expectativa, te faz pensar somente então no futuro e não foca no presente, ou seja, você deixa de fazer acontecer, e referente ao apego, duvide de tudo que você anda se sentindo apegado, pois apego é coisa do ego. Sobre o julgamento, aprendi que sim é necessário julgarmos, para que através dele possamos sentir e ter o discernimento do que será bom ou ruim para nós, entender e compreender se aquela situação, aquela pessoa, aquele ambiente, te faz bem ou não, pois é através dessa crítica que começamos a separar o joio do trigo, ...

#29 – “Só sei que nada sei”

Ao repensar nesse título me veio em mente a clareza de que: Caraca, a vida está me mostrando que eu tenho muito mais para aprender, e dessa vez não foi minha mãe dizendo, e sim a vida quem está exigindo de mim! Frase do grande filósofo Sócrates que nos deu esse empurrãozinho para então refletirmos, e assim reconhecermos a nossa própria ignorância ou não. Sócrates Aceitar que na vida, por mais que planejamos, idealizamos, e desejamos , a verdade é que ela irá fluir conforme o que tiver que acontecer, de acordo com a real necessidade do ser, e não do ego (e acredite: é para o nosso bem, por mais que às vezes não aparenta ser), assim como, também é bem provável que seja proporcional ao caminho que você abriu espaço para sua atual situação, e não adianta debater com a realidade, aceita-la é o primeiro passo para começarmos a fazermos a nossa colheita com maturidade, seja ela boa ou ruim, e ao negarmos perdemos a oportunidade de recomeçar verdadeiramente!   Mas tem o tal do ...

#28 – Aprendendo a ouvir

Sabemos ouvir?   A arte de ouvir parece ser fácil, porém ela exige um além, a partir disso você percebe o quanto de controle você está tendo sobre si mesma. O que seria a arte de ouvir? Seria você ouvir a outra pessoa verdadeiramente, com empatia, ouvir sem estar pensando em outra coisa, estar presente, ouvir sem estar preocupado no que você irá responder posteriormente, ouvir sem querer ser ouvido também, apenas ouvir para SENTIR o que o outro tem a dizer, e não necessariamente para dar uma resposta. Quantas vezes pessoas chegavam a mim para conversar, e eu as ouvia, mas por não estar presente, logo me esquecia do que haviam falado, por muitas vezes não pela falta de interesse no que elas diziam ou talvez até mesmo por distração, mas por ausência de entendimento do meu consciente, de que eu tinha o poder de desviar meu pensamento vagante, a onde quer que ele estivesse, poderia traze-lo para o  momento presente. Esse tipo de foco de trazer a mente para o presente, n...

#27 – Tire 5 minutos. Pra?! Respirar!

Queremos aproveitar o máximo do nosso tempo para que dê tempo para tudo! Depois de trabalhar, encontrar um amigo, ir para academia, estudar a noite, cuidar do filho, limpar a cozinha, sair para um barzinho, fazer trabalho de faculdade, pegar um cinema, lê um livro, namorar, uffa, entre tantas outras atividades, enfim, com a vida corrida do nosso dia a dia, nem se quer notamos algo de tão importante e vital para nós: nossa respiração! A capacidade que temos de respirar é de 100%, mas de modo inconsciente acabamos aproveitando muito pouco dessa porcentagem, talvez nem 60%. Por quê? Porque respiramos da forma menos eficiente que existe (pelo tórax), e isso gera o não aproveitamento total de nossa capacidade de respirarmos melhor. Como assim? Alguém já ouviu falar na respiração diafragmática? Ou também mais conhecida como “respiração abdominal”? Essa respiração é a forma correta de inspirarmos oxigênio para dentro do nosso corpo, e de expirarmos gás carbônico para o mundo. Uma ...

#26 – O que os outros irão pensar...

É difícil não julgar as pessoas quando vemos ou sentimos algo que foge parcialmente ou totalmente dos nossos gostos, das nossas ideias, da nossa cultura. Enfim, é algo meio que automático termos o hábito de julgar a cada instante, sendo inofensivo ou não ao outro ou até a nós mesmos. Por outro lado, quando não estamos na posição de julgarmos, estamos geralmente preocupados ou com medo de sermos julgados! Quem nunca?! Alguns exemplos simples que posso citar: Quando você dá um bom dia, porém não foi recíproco. Quando você chega em um amigo pra conversar, mas você percebe seu amigo não está afim de papo com você. Quando você finalmente cria coragem para chegar na pessoa que você está afim, mas acaba levando um baita fora. Tudo isso e um pouco mais. Na maioria das vezes, sem pensarmos muito, a quem geralmente pensamos ser o culpado de tudo isso ter acontecido? Por vezes acabamos culpando a nós mesmos! Logo você fica se julgando! Do tipo: Caramba, falei muito...

# 25 – Te faz mal?

Basta observar-se, e perceberá a quantidade de atividades, atitudes e pessoas que te fazem bem, não é difícil de notar, alias você sente. Irá querer repetir aquela caminhada, aquela contribuição a quem precisa mais que você, por exemplo, numa doação sangue, e claro, você quer manter por perto as pessoas que te fazem se sentir melhor ainda, recebendo e passando boa energia. Contudo, existe um duelo, onde existe o bem, há o mal. E, notar o que te faz mal é tão simples assim como enxergar o que te faz bem? Com certeza, porém, nem sempre damos a importância devida. É raro quando não estamos passando por algum tipo de desafio em nossas vidas, do mais simples, como beber uma boa quantidade de água por dia, como as mais complexas, como por exemplo, escrever uma monografia. Teoricamente, tudo que fazemos para nós, é para nosso melhor! Será mesmo?! E quando identificamos algo que sabemos que não nos faz bem, como fumar, comer por ansiedade, praticar sedentarismo, não pedir desculpas a...

#24 – Quando o medo te abraça...

Refém do medo? Você tem tantas vontades, começa algo desejável, porém não termina, vai até o topo mais teme descer, mesmo sabendo que você escalou tudo aquilo, você olha ladeira a baixo para descer, e pronto, o medo vem e te abraça! Por que isso geralmente acontece? No começo você está animado com algo que queria fazer, então vai em frente e dá o seu melhor, contudo, com o tempo, do nada você perde o interesse por aquilo. Você realmente perdeu a vontade de concluir por perceber que aquilo não é para você ou simplesmente inconscientemente você parou de dar o seu melhor? Medo de continuar tentando, e no final se dar mal? São nesses momentos que devemos entender o que está acontecendo com nós mesmos, como? Se autoquestionando, sempre!  Mas, algo é certo, em algum momento você parou de acreditar em si mesmo, por algum motivo. Algum pensamento negativo, alguma má recordação que te fez sentir parcialmente ou totalmente inseguro, alguma crítica não construtiva que você le...