Pular para o conteúdo principal

#47 - O BEM COMUM

picture by pixabay

Antes de tudo, faço a pergunta: como pode ser visto o bem comum? Pode ser entendida não como uma forma de distribuição de riquezas a todos, mas sim de o Estado proporcionar a dignidade a cada cidadão para poder ter condições de ir em busca de seus bens matérias e suas outras realizações. Existe sim a luta e a responsabilidade de cada individuo para obter essa conquista, por outro lado há também o dever do Estado criar ocasiões favoráveis para isso acontecer e investir em novas oportunidades para melhorias contínuas. Afinal, existe sim um elo entre um e outro.


Em situações atuais do país entre brigas, intrigas, e muitas chamadas fake news, de um lado fulano, e do outro lado cicrano, mas em que momento de fato foi visto o lado mais “fraco”, e quem efetivamente está buscando os interesses da massa, sem colocar seus próprios interesses acima?!


Um inimigo invisível fez com que todos nós, sem exceção, enxergarmos e revisamos nossas extremidades de forma mais forçada, nossas virtudes e nossos vícios, o que nos é escasso e o que nos há de excessos. Intolerância, desrespeito e imprudência, nos mostram como somos meramente seres imperfeitos, na qual alguns fazem questão de permanecer assim, mas que outros em sua humilde busca por algum caminho a sua melhora como indivíduo, e não permanece somente no crescimento pessoal, mas também envolve a capacidade de se tornar um melhor cidadão, pois uma ligação pode puxar a outra, pois um indivíduo mais consciente de si mesmo, possivelmente pode enxergar o seu semelhante de uma forma mais humana, um olhar quem sabe talvez mais justo ou empático.


Debates existem para se ampliar olhares, e chegar à conclusão de quem é o certo e quem é o errado ou também para se chegar a um denominar comum. É lamentável, cujo, os debates no momento deveriam ser prioridades mais sobre como levar um bem comum à sociedade, e não só para esse momento, mas para momentos futuros, visto que milhares de pessoas brasileiras vivem em precariedade do básico. “A transparência” virou um jogo Ping Pong, na qual, somos uma plateia que balança a cabeça de um lado e para o outro. Mas do que adianta saber “a verdade” se não existir uma ação posterior para modificar a situação errada?  Sem isso, “a verdade” então só passará a servir como um arquivo morto.

Contudo, é obvio que virão muitas consequências graves durante e pós-pandemia, mas que por outro lado também possamos ter aprendido a olhar o outro com mais essência do que somente estatísticas. Que os caos se transformem em ordem!

Fica uma frase para reflexão do Voltaire: "somos todos iguais como homens, mas não somos iguais na sociedade."

Para informações mais intrínsecos sobre o bem comum:
http://estadodedireito.com.br/o-que-e-o-bem-comum/

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

#3 - Demostração de uma intuição!

Fã. Por que?  Porque: Ele não desistiu daquilo que acreditava, foi persistente. Ele foi ousado. Ele transformou a Apple em uma das maiores empresas do mundo. Ele se preocupou em gerar alta qualidade de seus produtos e não apenas tendo a visão do lucro, pois o mesmo seria apenas uma mera consequência. Ele seguiu sua intuição. Ele provou que diminuir custos em um investimento, nem sempre é viável, ainda mais se isso altera a característica positiva do mesmo para algo inferior. Steve Jobs, estava longe de ser um cara "perfeito", mas definitivamente é inquestionável a força de vontade que ele teve de acreditar, não somente em um produto novo, mas na capacidade de confiar na sua intuição, mesmo depois de várias ligações para investidores que se demostraram desinteressados em sua ideia, ele persistiu, até que finalmente apareceu um, e foi esse investidor que deu o ponta pé para a era Apple.  Nessa frase dele: "Não fale o seu preço antes d...

#12 – Assumir as responsabilidades da sua vida

Quem nunca? Por poucas ou diversas vezes, nós acabamos justificando as nossas errôneas atitudes, através de outras más ações das pessoas, o que nos descaracteriza da responsabilidade pelos nossos atos, e ter essa falsa crença não faz você se questionar, sendo assim não te faz evoluir, porque todos os seus erros serão de responsabilidade dos outros, e não de fato seu. Quem nunca cometeu esse engano? Eu já. Conforme, a frase do filósofo Jean Paul Sartre: “Não importa o que fizeram com você. O que importa é o que você faz com aquilo que fizeram com você.” Ao sofrermos um afronto, por exemplo, temos a tendência de seguirmos nossos impulsos, ou seja, agiremos de forma primitiva, e esquecemos que temos um intervalo de tempo entre o estímulo e a resposta, que é a nossa liberdade de escolha, com isso podemos reagirmos através da nossa razão, deixando de lado nossas emoções. Assuma o controle das engrenagens da sua mente! ESTÍMULO -----> LIBERDADE DE ESCOLHA -----...

#41 – Dá para ser resiliente o tempo todo?

Foto: Pexels Já respondendo a pergunta de cara, eu acredito que não, acredito que não seria algo saudável tentarmos ser resilientes a todo o momento. Por quê? Aprendi por experiência própria que uma hora você precisa sentir, sentir aquilo que te incomoda, sentir aquilo que faz seu coração apertar, sentir aquilo que você não quer nem pensar ou falar a respeito, mas é só assim, primeiro se permitir sentir, e depois tentar entender o por quê desse sentimento te fazer ficar assim, e tu faz isso com questionamentos, e com respostas verdadeiras, sem tentar se enganar, e isso te torna incrivelmente consciente de si mesmo, mesmo ainda não tendo as respostas concretas, e as vezes nem vamos ter mesmo. Mas será que precisamos ter respostas para tudo?! É besteira você começar a reclamar das coisas, você acaba atraindo vibrações pesadas pra você mesmo, atraí outras pessoas em vibrações reclamonas e até mesmo torna o ambiente desagradável, e tu acaba nem vendo o belo que po...