Pular para o conteúdo principal

#14 – Tomada de decisões: de dentro para fora




Decisões com consciência

A todo o momento temos a missão de tomarmos decisões em nosso dia a dia, de níveis diferentes de modo que vêm impactar em nossas vidas e de outras pessoas, essas decisões podem ser tomadas conscientemente ou inconscientemente, entre ambos sabemos que o ideal seria imperar nosso lado razão para a maioria das vezes, cujo momento seria de aprendermos a questionarmos e refletirmos, porém, quando somos desprovidos do nosso autoconhecimento, infelizmente, deixamos nossas ações serem tomadas pelas nossas emoções, criadas pelos nossos impulsos, entre outras vertentes.



Desde criança aprendemos e acreditamos em valores e crenças vindas dos nossos pais e sociedade, e quando nós tornamos adultos temos a tendência de continuarmos segui-los, sem ao menos questionarmos, e isso acaba gerando uma identidade de quem nós somos perante a eles, no entanto, quando cada um realmente aprende a se autoconhecer, percebem que as coisas não são bem por aí, que essa identidade formada, nem sempre está conectada verdadeiramente com a sua essência, sendo assim, necessária a mudança interna. 


Porém, enquanto não se tem essa autoconsciência, nossas tomadas de decisões têm a predisposição baseadas nas emoções, no ego, e finalmente em crenças e valores nas quais não interrogamos. Assim, por diversas vezes acontece de termos dificuldades para encontrarmos a melhor decisão para nossas vidas, porque não houve a busca autêntica da resposta dentro de si, e sim teve a procura fora de si. E isso não tira suas responsabilidades pelos seus atos, apenas te informa que a sua procura pela resposta estava na direção errada.


E essa busca de dentro para fora acontece em longo prazo, não é mágica, requer persistência, não é simples, muito menos fácil, mas é essencial para quem busca se melhorar constantemente, aprender a torna-se um hábito: de se questionar. 


E eu me encontro nessa jornada, e posso dizer que por muitas vezes minhas tomadas de decisões foram baseadas nas minhas emoções e meu ego, não existia essa plena consciência da qual eu tenho hoje, e ter obtido o conhecimento de que as nossas emoções não são quem nós somos, foi apenas uma ponta do iceberg para eu começar a mudar minha mindset.


É dos outros que você obtém a idéia de quem você é. Eles modelam o seu centro. Mas esse centro é falso, enquanto que o centro verdadeiro está dentro de você.”
Osho

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

#50 - “O IMPORTANTE É QUE EMOÇOES EU VIVI”

  O que eu penso O que eu sinto O que eu vivi e vivo O que permiti, e o que não permiti O que não valeu, o que valeu O que ainda não sei ao certo O que recebi, e o que dei O que imaginei e não foi O que eu não imaginei, e foi O que penso e sinto sobre o futuro, me pertence Contudo, a vida por mais que escolhemos as estradas que queremos percorrer, por vezes há saídas do trilho, e nem sempre é por falta de foco, pode ser por pedido de mudança do próprio ser, por surpresas do destino, entre outras possibilidades, então passamos a entrar em outro caminho, logo, sair do trilho não é algo ruim quando se entende e compreende de que “nada é fixo e nada é permanente”. O que penso e sinto sobre o passado, me pertence Aprendizado e aprender a ressignificar, sem mais Sobre o presente, temos chances a cada dia para olhar de forma diferente e agradecer Sobre o presente, é nesse momento podemos gerar ação Sobre o presente, foca no que se tem, e não no que não se tem...

#37 – Talvez não é sobre você ser forte, quem sabe seja mais sobre o quanto você consegue ser você mesma.

Começando com uma definição da palavra “sociedade”: conjunto de pessoas que compartilham propósitos, gostos, preocupações e costumes e que interagem entre si constituindo uma comunidade, essa é a definição simples encontrada no Wikipédia. "Somos todos iguais perante a lei, contudo, cada ser é único e individual."  Compartilhar e interagir, isso soa interessante, o que não me parece ser atrativo é querer impor e achar que seu propósito, seus gostos, suas preocupações e costumes sejam únicos ou maiores do que outras tribos. Temos vários tribos por aí. Então por que temos a tendência de achar e acreditar que é a sociedade "padrão" quem dita às regras do que é bom ou ruim, bonito ou feio, correto ou errado para nós?!  Por que é tão forte assim esse conceito? Sim, precisamos de regras para o bom convívio, e olha lá, acredito ser muito mas que isso... mas o que ela sabe sobre cada um de fato?! Sabe mais do que nós próprios? Não mesmo! Exemplos:...

#12 – Assumir as responsabilidades da sua vida

Quem nunca? Por poucas ou diversas vezes, nós acabamos justificando as nossas errôneas atitudes, através de outras más ações das pessoas, o que nos descaracteriza da responsabilidade pelos nossos atos, e ter essa falsa crença não faz você se questionar, sendo assim não te faz evoluir, porque todos os seus erros serão de responsabilidade dos outros, e não de fato seu. Quem nunca cometeu esse engano? Eu já. Conforme, a frase do filósofo Jean Paul Sartre: “Não importa o que fizeram com você. O que importa é o que você faz com aquilo que fizeram com você.” Ao sofrermos um afronto, por exemplo, temos a tendência de seguirmos nossos impulsos, ou seja, agiremos de forma primitiva, e esquecemos que temos um intervalo de tempo entre o estímulo e a resposta, que é a nossa liberdade de escolha, com isso podemos reagirmos através da nossa razão, deixando de lado nossas emoções. Assuma o controle das engrenagens da sua mente! ESTÍMULO -----> LIBERDADE DE ESCOLHA -----...