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#41 – Dá para ser resiliente o tempo todo?

Foto: Pexels Já respondendo a pergunta de cara, eu acredito que não, acredito que não seria algo saudável tentarmos ser resilientes a todo o momento. Por quê? Aprendi por experiência própria que uma hora você precisa sentir, sentir aquilo que te incomoda, sentir aquilo que faz seu coração apertar, sentir aquilo que você não quer nem pensar ou falar a respeito, mas é só assim, primeiro se permitir sentir, e depois tentar entender o por quê desse sentimento te fazer ficar assim, e tu faz isso com questionamentos, e com respostas verdadeiras, sem tentar se enganar, e isso te torna incrivelmente consciente de si mesmo, mesmo ainda não tendo as respostas concretas, e as vezes nem vamos ter mesmo. Mas será que precisamos ter respostas para tudo?! É besteira você começar a reclamar das coisas, você acaba atraindo vibrações pesadas pra você mesmo, atraí outras pessoas em vibrações reclamonas e até mesmo torna o ambiente desagradável, e tu acaba nem vendo o belo que po...

#40 – Você costuma seguir sua intuição?

Confie na sua intuição Primeiro: o que seria “intuição”? Sem definição do dicionário dessa vez. Intuição é você seguir aquela voz dentro de você, no fundo, você sabe a resposta para algumas perguntas e dúvidas, sejam elas quais forem, no fundo, você consegue ligar os pontos e chegar a uma resposta, talvez não a uma conclusão que você gostaria, mas com certeza você consegue achar a saída na qual você busca. O intuir, não requer necessariamente que você tome uma ação a respeito, ou seja, que você a siga, mas já percebeu quantas vezes você teve uma intuição sobre algo, mas que você resolveu ignorar porque queria muito tomar outro partido, e posteriormente deu tudo errado e você pensa: “putz, não segui minha intuição!”. Quanta vez já aconteceu isso contigo?! Eu já perdi as contas. Por que ignoramos algo que está dentro de nós como resposta?   Como no caso, a intuição. Os porquês cada um têm dentro si, que podem ser: Por medo de mudança , então ficamos em nossa zo...

#39 – Começar: por onde e como?!

Até mesmo sem inspiração bate a vontade de escrever. Aí você fica pensando qual tema poderia ser escrito, pensa em quais foram os últimos acontecimentos e aprendizados que me fizeram refletir dessa vez, e nada muito interessante vem em mente para escrever. Você continua a ler um livro, da continuidade naquele seriado que nunca termina, lembra-se do desejo de voltar a meditar, pois é algo que você sabe que te faz bem, mas você fica adiando, tu sabe que é meio “trabalhoso” meditar, e acredite, ficar sentada uns 15 minutos “sem fazer nada” não é algo tão fácil quanto parece ser. Experimente. E de tudo que você aprendeu e continua a aprender, você se depara novamente numa leitura cotidiana com um princípio que te ajuda a começar algo, mesmo não sabendo por onde ou como começar, apenas lembra: “just do it” – marca registrada pela famosa empresa de calçados Nike. Ficar pensando e remoendo o que a gente tem vontade de fazer não vai ajudar muito. Então, bota ação! ...

#38 – Um pouco de desfoco ajuda voltar ao foco

Às vezes você se cansa um pouco da rotina que você criou, da sua disciplina com suas tarefas, de tudo parece estar tão calmo na sua vida, mas como Gisela Vallin repassa: “o ego quando está vivo dentro de você, ele sempre vai buscar um problema para você tentar resolver!”. E como Mark Manson diz: “a felicidade está em solucionar problemas!”. Eles sempre irão existir, e seria idiotice nossa querermos nega-los, pois, quanto mais reprimimos algo, maiores eles voltam. E de fato, qual foi a sua sensação depois de resolver um grande problema na sua vida?! Ainda nesse sentido, como diz Osho: “O verdadeiro só pode ser conhecido através do falso, portanto, o ego é uma necessidade”. Situações e pessoas passaram por você para te fazer entender isso. Citando novamente Gisela Vallin: “A vida não é um plano cartesiano, a vida é poética”. Planejar faz parte, mas aceitar que não temos o controle de tudo é imprescindível para manter nossa boa saúde. Na verdade muitas das coisas...

#37 – Talvez não é sobre você ser forte, quem sabe seja mais sobre o quanto você consegue ser você mesma.

Começando com uma definição da palavra “sociedade”: conjunto de pessoas que compartilham propósitos, gostos, preocupações e costumes e que interagem entre si constituindo uma comunidade, essa é a definição simples encontrada no Wikipédia. "Somos todos iguais perante a lei, contudo, cada ser é único e individual."  Compartilhar e interagir, isso soa interessante, o que não me parece ser atrativo é querer impor e achar que seu propósito, seus gostos, suas preocupações e costumes sejam únicos ou maiores do que outras tribos. Temos vários tribos por aí. Então por que temos a tendência de achar e acreditar que é a sociedade "padrão" quem dita às regras do que é bom ou ruim, bonito ou feio, correto ou errado para nós?!  Por que é tão forte assim esse conceito? Sim, precisamos de regras para o bom convívio, e olha lá, acredito ser muito mas que isso... mas o que ela sabe sobre cada um de fato?! Sabe mais do que nós próprios? Não mesmo! Exemplos:...

#36 – Encontros e desencontros

Acredito muito que não é por acaso que as pessoas entram em nossas vidas, seja por um final de semana, por uma semana, de repente três meses ou até três anos, nunca se sabe. Ainda mais no status de solteira, pessoas vêm e vão, algumas conseguem te marcar, outras nem tanto, depende da intensidade e reciprocidade, mas todas sem dúvidas te deixam uma lição a ser aprendida, caso você esteja disposta a aprender com a vida. Quando a gente começa a viver a graça do solteirismo, percebemos que podem existir várias possibilidades ao nosso redor, e ainda vou além, parece que ficamos mais conscientes de nós mesmos, você não tem o outro para perceber, logo você começa a notar muito mais a si mesma. E sem muita demora, a vida vai te trazendo várias situações, do tipo: quem eu quero não me quer, quem me quer, eu não quero, e assim vai indo, até.... Até que um dia, aquele dia em que você menos espera, aquele dia que você está afim apenas de conhecer alguém, sei lá, por s...

#35 – Culpa desnecessária

Errar passou longe da fila de aprendizado, errar se tornou uma culpa incessante, algo que dói no agora, que desconstrói ao em vez de construir. E você carrega essa culpa de não ter sido “perfeita” em certos momentos de sua vida. A culpa tomou posse da sua vida, e você a vive. Essa sensação de culpa, por algo não ter dado certo, de você talvez não ter dado o seu melhor, porventura você até deu o seu melhor, mas foi conforme o seu nível de consciência na época, porém só agora consegue ver o que poderia ter sido diferente, poderia ter sido mais leve, menos complicado, mais sincero com o que sentia, aberto mais ao diálogo, mas agora é tarde demais. Agora já foi. Você pode chorar as lágrimas mais sinceras que você tem em ti, você pode sentir seu coração apertar de verdade, mas a real é que já passou, e talvez você ainda esteja vivendo a culpa dentro de você, referente a algo que não está mais no seu presente. E isso não faz sentido! E quer saber? Está tudo bem se você...