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#39 – Começar: por onde e como?!

Até mesmo sem inspiração bate a vontade de escrever. Aí você fica pensando qual tema poderia ser escrito, pensa em quais foram os últimos acontecimentos e aprendizados que me fizeram refletir dessa vez, e nada muito interessante vem em mente para escrever. Você continua a ler um livro, da continuidade naquele seriado que nunca termina, lembra-se do desejo de voltar a meditar, pois é algo que você sabe que te faz bem, mas você fica adiando, tu sabe que é meio “trabalhoso” meditar, e acredite, ficar sentada uns 15 minutos “sem fazer nada” não é algo tão fácil quanto parece ser. Experimente. E de tudo que você aprendeu e continua a aprender, você se depara novamente numa leitura cotidiana com um princípio que te ajuda a começar algo, mesmo não sabendo por onde ou como começar, apenas lembra: “just do it” – marca registrada pela famosa empresa de calçados Nike. Ficar pensando e remoendo o que a gente tem vontade de fazer não vai ajudar muito. Então, bota ação! ...

#38 – Um pouco de desfoco ajuda voltar ao foco

Às vezes você se cansa um pouco da rotina que você criou, da sua disciplina com suas tarefas, de tudo parece estar tão calmo na sua vida, mas como Gisela Vallin repassa: “o ego quando está vivo dentro de você, ele sempre vai buscar um problema para você tentar resolver!”. E como Mark Manson diz: “a felicidade está em solucionar problemas!”. Eles sempre irão existir, e seria idiotice nossa querermos nega-los, pois, quanto mais reprimimos algo, maiores eles voltam. E de fato, qual foi a sua sensação depois de resolver um grande problema na sua vida?! Ainda nesse sentido, como diz Osho: “O verdadeiro só pode ser conhecido através do falso, portanto, o ego é uma necessidade”. Situações e pessoas passaram por você para te fazer entender isso. Citando novamente Gisela Vallin: “A vida não é um plano cartesiano, a vida é poética”. Planejar faz parte, mas aceitar que não temos o controle de tudo é imprescindível para manter nossa boa saúde. Na verdade muitas das coisas...

#37 – Talvez não é sobre você ser forte, quem sabe seja mais sobre o quanto você consegue ser você mesma.

Começando com uma definição da palavra “sociedade”: conjunto de pessoas que compartilham propósitos, gostos, preocupações e costumes e que interagem entre si constituindo uma comunidade, essa é a definição simples encontrada no Wikipédia. "Somos todos iguais perante a lei, contudo, cada ser é único e individual."  Compartilhar e interagir, isso soa interessante, o que não me parece ser atrativo é querer impor e achar que seu propósito, seus gostos, suas preocupações e costumes sejam únicos ou maiores do que outras tribos. Temos vários tribos por aí. Então por que temos a tendência de achar e acreditar que é a sociedade "padrão" quem dita às regras do que é bom ou ruim, bonito ou feio, correto ou errado para nós?!  Por que é tão forte assim esse conceito? Sim, precisamos de regras para o bom convívio, e olha lá, acredito ser muito mas que isso... mas o que ela sabe sobre cada um de fato?! Sabe mais do que nós próprios? Não mesmo! Exemplos:...

#36 – Encontros e desencontros

Acredito muito que não é por acaso que as pessoas entram em nossas vidas, seja por um final de semana, por uma semana, de repente três meses ou até três anos, nunca se sabe. Ainda mais no status de solteira, pessoas vêm e vão, algumas conseguem te marcar, outras nem tanto, depende da intensidade e reciprocidade, mas todas sem dúvidas te deixam uma lição a ser aprendida, caso você esteja disposta a aprender com a vida. Quando a gente começa a viver a graça do solteirismo, percebemos que podem existir várias possibilidades ao nosso redor, e ainda vou além, parece que ficamos mais conscientes de nós mesmos, você não tem o outro para perceber, logo você começa a notar muito mais a si mesma. E sem muita demora, a vida vai te trazendo várias situações, do tipo: quem eu quero não me quer, quem me quer, eu não quero, e assim vai indo, até.... Até que um dia, aquele dia em que você menos espera, aquele dia que você está afim apenas de conhecer alguém, sei lá, por s...

#35 – Culpa desnecessária

Errar passou longe da fila de aprendizado, errar se tornou uma culpa incessante, algo que dói no agora, que desconstrói ao em vez de construir. E você carrega essa culpa de não ter sido “perfeita” em certos momentos de sua vida. A culpa tomou posse da sua vida, e você a vive. Essa sensação de culpa, por algo não ter dado certo, de você talvez não ter dado o seu melhor, porventura você até deu o seu melhor, mas foi conforme o seu nível de consciência na época, porém só agora consegue ver o que poderia ter sido diferente, poderia ter sido mais leve, menos complicado, mais sincero com o que sentia, aberto mais ao diálogo, mas agora é tarde demais. Agora já foi. Você pode chorar as lágrimas mais sinceras que você tem em ti, você pode sentir seu coração apertar de verdade, mas a real é que já passou, e talvez você ainda esteja vivendo a culpa dentro de você, referente a algo que não está mais no seu presente. E isso não faz sentido! E quer saber? Está tudo bem se você...

#34 – Nossa identificação com a mente: 5 atitudes que podem ajudar a amenizar os problemas

Um livro simples em palavras, e ao mesmo tempo profundo ao lê-lo: O poder do Agora, do autor Eckhart Tolle, não somente te passa informações de como podemos ficar no Agora, no sentido de não nos identificarmos com a nossa mente, assim como também sua intenção é fazer você sentir a prática disso, isso claro se você se permitir. Pois entender tudo com a mente é impossível. Já tentei, e você quase pira, tentei até o momento em que ele explica que não é para entendermos tudo apenas com a nossa mente, e sim, em sua maior parte do tempo, se possível, apenas sentir e observar. Eckhart Tolle é pesquisador e supervisor de pesquisas da Universidade de Cambridge, ele ainda atua como palestrante, tendo seu nome reconhecido mundialmente, como um mestre espiritual. O que ele quer dizer com: Nossa identificação com mente? Significa que toda vez que você se excede em raiva, angústia, tristeza, ansiedade, entre outras emoções, ou seja, quando você perde o controle sobre alguma emoçã...

#33 – Indiferença: como esse sentimento pode impactar positivamente nos seus resultados

Seja indiferente com consciência! Podemos começar pela definição da palavra indiferença, que é aquela pessoa que não demonstra preferência ou emoção, que não reconhece a importância de algo, ou seja, você não dá tanta importância para tal acontecimento, seja ela para os bons ou maus eventos. Por que isso? Porque quando você tem um resultado negativo, a tendência é que você fique chateado, frustrado ou magoado, depende do caso, contudo, para todos os fatos, entrar em modo de indiferença seria não deixar essas emoções impactar no seu valor, pois resultados negativos tendem a nos colocarmos para baixo, porém, sabemos que a única pessoa que tem esse poder somos nós mesmos. Um, dois, três, vários resultados ruins não podem impactar no seu valor, mas sim, podem mostrar o que pode ser melhorado em nós, sem perdemos a nossa essência. Isso não é negar o sentimento negativo, você deve aceita-lo, porém não nutri-lo. Ser indiferente nesse sentido seria você não ficar se...